Andrea Santurbano

É professor de Língua e Literatura Italiana do Departamento de Língua e Literatura Estrangeiras e da Pós-Graduação em Literatura da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Doutor pela Università G. D’Annunzio (Chieti-Pescara, Itália) e Pós-Doutor pela Università di Roma “Tor Vergata”, tem dedicado seus estudos à narrativa europeia contemporânea, com foco específico na rede de singularidades e insignificâncias pela qual a escrita literária contesta a linguagem comum. Coeditor da revista Mosaico italiano (Rio de Janeiro, Ed. Comunità), é responsável pelo Núcleo de Estudos Contemporâneos de Literatura Italiana (NECLIT). Entre suas publicações estão Guido Morselli: eu, o mal e a imensidão (Comunità, 2012), Coleções literárias (org., 7Letras, 2014), Fluxos Literários: ética e estética (org., 7Letras, 2013) e Itália do pós-guerra em diálogo (org., Comunità, 2012). Traduziu pela Boitempo, Giorgio Agamben e Toni Negri; pela Rafael Copetti Editor, Ablativo, de Enrico Testa; As pessoas e as coisas e Unfinished Italy: paradigmas para um novo pensamento, de Roberto Esposito; e Oito escritores, de Michele Mari. É autor, também pela Rafael Copetti Editor, de O outro século XX: Embates entre literatura e realismos na Itália (2018). Com Patricia Peterle, organizou a edição bilíngue de Resíduos do humano (2018), onde contribuiu com um artigo. Em 2019, colaborou com um ensaio no livro Levantar bem alto um livro!, organizado por Maria Aparecida Barbosa, Meritxell Hernando Marsal e Jair Tadeu da Fonseca. É o coordenador da coleção Instantâneos, da Rafael Copetti Editor.